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Oświęcim (Polónia) - Antigo C. C. de Auschwitz - A fábrica da morte


A entrada principal do campo de concentração de Auschwitz.

O ex-campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, tristemente conhecido como a fábrica da morte, situa-se no sul da Polónia, junto da pequena cidade de Oświęcim. Trata-se de um complexo constituído por 3 campos de concentração, Auschwitz I, o primeiro; Auschwitz II (Birkenau) e Auschwitz III (Monowitz), o terceiro. Trata-se do maior símbolo de extermínio durante a II guerra mundial e também de um dos maiores símbolos da intolerância humana. Uma visita a estas instalações não deixa ninguém indiferente não sendo, por isso, recomendada aos espíritos mais sensíveis. É nossa convicção, depois de termos visitado os campos que, o que se passou neles durante a II guerra mundial foi muito pior do que aquilo que conhecemos. Todos os seres humanos deveriam visitar este espaço…
O Bloco 11 conhecido como o bloco da morte.
Quase inimaginável !... O Bloco 11 era conhecido entre os prisioneiros como o Bloco da Morte. Trata-se de um dos pontos altos da visita. Era a sede dos castigos mais violentos, experiências com seres humanos, etc. Na cave encontram-se as celas escuras que ainda hoje impressionam. Uma visita ao Bloco 11 ainda comove muitos visitantes.

O pátio com o muro dos fuzilamentos, ao fundo.
Á direita encontra-se o temível Bloco 11.
A Câmara de gás em Auschwitz I.
Os fornos em Auschwitz I. O teto e as paredes enegrecidas ainda hoje impressionam.
Pertences e objetos pessoais dos ex-prisioneiros encontram-se ainda dentro de alguns Blocos.

Brzezinka (Polónia) - C. C. Auschwitz II–Birkenau

Linhas férreas e plataformas terminais no interior do campo de concentração de Birkenau.
O ex-campo de concentração de Auschwitz II (Birkenau) é conhecido do grande público através de filmes como 'A lista de Schindler'. As condições de vida no interior deste campo eram bastante piores do que em Auschwitz I. As linhas de caminho de ferro que terminam dentro do campo representam o fim de milhares de vidas... Trata-se de mais uma visita carregada de emoção.
Estas linhas férreas terminavam no interior do campo de concentração de Birkenau, tal como a vida de milhões de judeus. Daí que se encontrem nas linhas várias cerimónias de homenagem. 
A presença de flores é uma constante ao longo destas linhas de caminho de ferro; representa a homenagem de quem entra e sai de Birkenau no mesmo dia, aos milhares que no passado entraram e não saíram. 

O interior dos blocos com as respectivas 'instalações' dos prisioneiros.Cada 'cama' foi feita para alojar três prisioneiros mas era frequente cinco.
Alguns dos blocos que restam e que comprovam as péssimas condições dos prisioneiros.
 

Varsóvia (Polónia) - Cidade magnífica

O centro histórico de Varsóvia, a cidade Velha ou Stare Miasto foi reconstruído após a II guerra Mundial e constitui hoje a grande sala de visita da cidade.O palácio de Wilanów foi construído no séc. XVI em estilo barroco. A extensa área verde e os magníficos jardins constituem um ponto forte da visita.

Cracóvia (Polónia) - Uma das cidades mais turísticas da Polónia

Cracóvia é uma das cidades mais bonitas da Polónia. A grande praça central com os seus mercados típicos constitui uma visita obrigatória.

Częstochowa (Polónia) - Santuário de Jasna Góra

Czestochowa é uma pequena cidade célebre por acolher o magnífico santuário de Jasna Góra (Monte Claro) com o milagroso quadro de Nossa Senhora de Czestochowa. Considerado o maior centro católico na Polónia e um dos maiores da Europa, recebe milhares de peregrinos de toda a Polónia e dos países vizinhos. A grandiosidade do santuário e o volume de peregrinos e turistas permitem-no comparar com Fátima em Portugal.

Wieliczka (Polónia) - Mina de sal


A mina de Wieliczka é famosa por ter uma longa tradição de visitas turísticas. Foi visitada por algumas celebridades, tais como Nicolau Copérnico, Goethe, Alexander von Humboldt, Dmitri Mendeleev, Robert Baden-Powell, Karol Wojtyła (mais tarde papa João Paulo II), Bill Clinton, assim como por inúmeras pessoas anónimas, entre as quais eu.
Para ter acesso às galerias, os visitantes descem por escadas até cerca dos 300 metros de profundidade. Aí, um conjunto formado por galerias, esculturas e salas enormes, tudo condtruído em sal oferecem ao visitante um mundo diferente. A grandiosidade das salas, na foto, permite fazer concertos e outros eventos sociais.